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Hoje temos o novo post, da série de publicações das entrevistas do #GenteGoBots, onde trazemos nossos colaboradores para falar um pouco sobre sua vivência com a gente e principalmente contar um pouco mais de si para vocês.

A convidada de hoje é a Tatiani Meneghini, a Tati, que contou pra gente um pouco da sua trajetória e também como é ser Jr Software Developer aqui na GoBots!

1 – De onde você é e idade?

Tenho 31 anos e nasci em São Paulo mas cresci no interior, em Mogi Mirim. Voltei a morar em São Paulo durante 10 anos e, desde o início da pandemia do coronavírus, voltei a morar em Mogi Mirim.

2 – O que te levou a seguir essa carreira?

Minha primeira graduação foi bacharelado em Letras (Português e Espanhol) pela USP e tive muitas experiências profissionais nas áreas da educação e cultura. Em 2018, entrei em contato com alguns projetos que incentivam mulheres na tecnologia e comecei a me interessar sobre o tema. Tenho a mente muito curiosa e qualquer conhecimento e informação sempre foram assuntos que me interessavam. Como a área de Tecnologia da Informação é imensa, levei algum tempo para entender sobre todas as possibilidades de se trabalhar com tecnologia. A partir desse interesse comecei a fazer alguns cursos de lógica de programação, já com foco em desenvolvimento de software. Em 2019, fiz meu primeiro curso na linguagem Python e logo depois comecei o bootcamp com foco em Back-end na Reprograma. A Reprograma é um excelente projeto social com o objetivo de diminuir o gap de desenvolvedoras, com oferta de bootcamps e cursos gratuitos voltado a todas mulheres (cis e trans). Com esta rede de apoio entre mulheres (colegas de turma, professoras e monitoras), tive a oportunidade de estudar as habilidades técnicas como dev e também como profissional para me inserir neste mercado de trabalho. Conhecer algumas mulheres desenvolvedoras e que se tornaram referência para mim, me incentivaram a fazer esta transição de carreira.

3 – Qual momento você mais se orgulha dentro da GoBots?

Acredito que foi participar do processo de criar um novo produto GoBots, no final de 2021. Participei de algumas das decisões em conjunto com o time, lendo bastante a documentação para saber como seria feito o processo de homologação, depois desenvolver de fato este novo produto foi bem interessante e percebi o quanto tive outro entendimento sobre o que significa pensar e propor novas soluções como desenvolvedora. Ajudou-me a entender também como a criatividade e a inovação podem caminhar junto com o conhecimento técnico.

4 -Quando não está trabalhando, o que gosta de fazer?

Gosto bastante de literatura, cinema e música, então sempre estou estou me dedicando a esses hobbies no meu tempo livre. Pratico atividade física e yoga, o que movimenta meu corpo e minha mente. Gosto também de compartilhar momentos com minha família e meus amigos. E sempre que posso gosto de viajar para conhecer novos lugares, visitar museus, bibliotecas, parques e praças etc.

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5 -Quem te inspira e por quê?

Além dos meus pais, minha maior inspiração é minha irmã. Ela sempre foi uma inspiração para mim em relação aos estudos, com toda sua dedicação e foco.

Foi com ela que adquiri o hábito da leitura, um dos meus hobbies. Também foi a primeira pessoa da nossa família a passar em uma universidade pública e me mostrou que era possível realizar o sonho de continuar estudando, através de auxílios de permanência estudantil em uma cidade tão cara e desigual quanto São Paulo.

Iniciei meus estudos em uma universidade pública e vivenciei totalmente o meio universitário e acadêmico. Com seu apoio, consegui realizar outro sonho que era fazer um intercâmbio, em meados de 2012.

6 – Conta pra gente um dos seus sonhos.

Um dos meus sonhos é conseguir viajar muitos lugares do mundo, conhecer diferentes culturas, línguas e formas de entender o mundo e a vida.

7 – Quais seus interesses no tempo livre?

Durante a pandemia comecei a aprender andar de skate, foi uma experiência bem nova. Sempre achei interessante esses desafios de superar meus medos ou mesmo aprender a fazer algo pela primeira vez.

O skate tá um pouco encostado mas gostei bastante da sensação de liberdade, assim como andar de bicicleta ou mesmo dirigir que ainda faço hoje.

8 – Como é ser uma mulher desenvolvedora na GoBots?

No geral, ser desenvolvedora é bem desafiador e fora da minha zona de conforto, o que me exige muita dedicação e paciência com meu processo de aprendizagem.

Aqui na GoBots percebo que o apoio de colegas de trabalho que valorizem seu crescimento e conquistas é essencial! Além de contar com a disposição de pedir e também oferecer ajuda, permite melhorar a qualidade de nossas soluções.

Atualmente temos um grupo maior de desenvolvedoras na GoBots e tentamos nos reunir mensalmente para criar esta rede de apoio e ver cada vez mais mulheres crescendo.

9 – O que mais gosta na gobots?

A cultura da GoBots é o maior diferencial, temos autonomia para fazer nossas tarefas, abertura em discutir e propor novas soluções e bastante flexibilidade no trabalho.

A mente aberta possibilita que todas pessoas se sintam respeitadas. Com foco no crescimento profissional, a GoBots realmente incentiva que cada goboter desenvolva mais habilidades.

Sinto-me pertencente e valorizada com todas minhas habilidades e em tudo o que possa aprender.

10 – Qual a importância da inclusão da diversidade para você, e como buscá-la?

Para mim a diversidade é essencial para tornar cada vez melhor nosso entendimento sobre nossa sociedade que é plural.

A inclusão é um caminho necessário para efetivar esta mudança.
Como mulher, percebo que incentivar e proporcionar meios para que elas se desenvolvam profissional e pessoalmente foi algo que também me ajudou a estar hoje onde estou.

Como pessoa pertencente à comunidade LGBTQIA+, percebo que há muita invisibilidade, principalmente se pensamos em determinados grupos dentro da comunidade, como as pessoas trans. Na questão trabalhista, muitas dessas pessoas são marginalizadas e não têm acesso nem a vagas, mesmo que inclusivas.

Além disso, o Brasil como país diverso, ainda sofre com o racismo estrutural e quando analisamos salários e cargos, é mais difícil ainda ver pessoas negras e povos indígenas no topo das organizações ou empresas – o que deixou de ser a hora para cumprir enquanto sociedade.

Então acredito que oportunizar é o mais importante, deve existir um incentivo que vem da base, através da educação e qualificação, também possibilitar o crescimento das pessoas internamente, oferecendo um ambiente saudável, com respeito e valorização, além de projetos de liderança para tornar cada vez mais comum as referências técnicas e de liderança diversas.

Lembrando que o #GenteGoBots é um espaço onde trazemos nossos colaboradores para falar um pouco sobre sua vivência com a gente e principalmente contar um pouco mais de si para vocês.

Qualquer dúvida que tenha, entre em contato pelo e-mail [email protected] e siga a gente nas redes sociais: Facebook , LinkedIn e Instagram.

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